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O importante é o que importa. Será ?

Você executivo deve entender que nas atribuições de suas tarefas, executa sempre aquilo que é o mais importante para sua área de gestão. Correto?

Atuar rumo a suas metas e desafios, está no seu radar diariamente e por isso, sua jornada de trabalho sempre supera as 8 horas diárias. Certo?

Você montou sua equipe e todos trabalham direcionados aos objetivos principais da empresa com toda a dedicação e esforço. Não é?

Para quem olha de fora, tudo funciona como uma grande engrenagem com a sincronia de fazer inveja a melhor linha de montagem!

Tudo realmente parece estar caminhando para uma solução, as metas atualmente não são atingidas, mas é apenas uma questão de tempo, “Logo mais, o resultado virá”. Será mesmo?

Talvez você já tenha percebido ou em algum dia dito esta frase:

“Estou saindo as 21:00, e parece que não fiz nada”

Se identificou?

A grande maioria das vezes o nosso nível de improdutividade é tamanho que ao em vez de reduzirmos a distância entre nós e nossa meta, acabamos por aumenta-la.

Mas afinal como podemos nos importar com coisas que nos tiram do foco e dificultam nosso dia a dia.

O fato é que nem sempre O importante é o que realmente importa, por exemplo quantas reuniões você participou este mês? Todas elas eram imprescindíveis? Reuniões não são um tempo jogado fora, elas podem e devem ser produtivas. Elas tem que ter começo, meio e fim; além de ter um foco direcionado.

Empresas e pessoas perdem tempo pois direcionam esforços a atividades, que deveriam ser feitas, e portanto são importantes, porém não são o que realmente importa. Exemplo disso é que na maior parte das empresas as atividades de Planejamento não são segregadas da operação.

Onde é que a “dor” é maior no momento imediato? Na Operação é claro, a operação é algo que dói hoje, não dá pra esperar amanhã, tem que dar o remédio agora. O Planejamento porém é aquela dorzinha que começa de leve, e que a gente nunca dá atenção, mais que no futuro ela virá um problema que ninguém consegue conviver.

Portanto planejar é preciso, porém pra se planejar é preciso tempo, dedicação; pra planejar é preciso FOCO. E tem algo melhor do que FOCO? Foco é algo tão poderoso que posso dizer que o Incompetente com FOCO, certamente ganha do Competente sem FOCO.

Mas o que fazer pra ter FOCO??

Isto é um exercício diário, ter FOCO não precisa ser uma obsessão, mas algo que deve ser estar te alertando. Foi em uma reunião, se pergunte: “Será que este comentário agrega?” Está fazendo uma reunião equipe, seja direto, verdadeiro e principalmente, pergunte: “Ficou claro?” “Sabemos o que devemos fazer?”

Na grande maioria das vezes nossa INCOMPETÊNICA é inconsciente, ou seja, acreditamos que estamos efetivamente  fazendo o melhor, até porque, quem em sã consciência quer fazer o pior?

Desenvolver esta consciência deve ser um exercício diário e natural, isso não se compra, nem se ganha de uma vez.

Nós sempre podemos ajudar, se quiser conversar e saber mais, fale conosco…Let’s GoOn.

 

Eduardo Tambellini

Eduardo Tambellini

Sócio Diretor em GoOn
Graduado em administração de empresas pela Universidade Anhembi Morumbi, com 22 anos de experiência no mercado de risco, tendo atuado como gestor e responsável pela estruturação das áreas de crédito, prevenção a fraude, cobrança e formalização em grandes instituições como Fininvest, Banco GE, Panamericano, Brasil Telecom e também em empresas prestadoras de serviço como CSU, Almaviva do Brasil e Equifax. Atualmente é Sócio Diretor da GoOn a maior consultoria independente do mercado de risco do país.
Eduardo Tambellini

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