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61 milhões de Inadimplentes. E agora ???

Estudos realizados em agosto de 2017, mostraram uma visão do inadimplente em detalhes. Chegamos a 61 milhões de pessoas com o nome registrado no serviço de proteção ao crédito.

Em São Paulo, 44,1% da população adulta está negativada. Nos extremos temos o Amapá com 59,8% no topo da lista e a Paraíba com 33,0% como o Estado com o menor número.

E como fazer frente a essa realidade?

O perfil do inadimplente mudou, é fato. A carteira de crédito ao consumidor cresceu 211% nos últimos 10 anos. Isso quer dizer que pessoas que antes viam o acesso ao crédito como inatingível hoje tem 4 cartões de crédito na carteira. E faltou o que? Consciência e educação financeira.

E sua cobrança ? Evolui junto com o cenário ?

A GoOn acredita que a atividade de cobrança tem o dever de resgatar o inadimplente, direcionando alternativas para que ele retome sua vida no mercado de crédito.

E para isso, em um cenário massificado, é preciso inteligência. Tratar todos do mesmo jeito ou mesmo segmentar a partir de parâmetros subjetivos como valor do atraso, por exemplo, não geram mais os resultados desejados.

É preciso mergulhar em “analytics” e buscar inteligência estatística para criar grupos de perfis similares que reajam da mesma forma frente a uma ação.

Uma segmentação inteligente aliada a uma equipe de cobrança treinada e com foco em ouvir o cliente é a melhor receita a ser aplicada frente as circunstâncias atuais.

A GoOn é líder no segmento de consultoria focada em gestão de risco e possui o projeto certo pra que sua empresa junte: o poder do analytics às técnicas e treinamentos de negociação.

Vamos conversar ?

Um Respiro na Crise?

respiro-na-crise

A SERASA EXPERIAN, lançou um novo comunicado onde pela primeira vez desde dezembro de 2014 a inadimplência dá sinais de melhora. De Abril a Maio de 2016 são 1,3 milhões de inadimplentes a menos.

Segundo a SERASA, o consumidor inadimplente está dando prioridade para dívidas do dia a dia.

A informação da SERASA, pode ser confirmada se olharmos os indicadores de inadimplência do BACEN que mostra a evolução da curva de inadimplência acima de 90 dias de pessoas físicas, Recursos Livres.

Inadimplência de Recursos Livres – Fonte Risk Trends – GoOn

O último mês divulgado, mostra que a inadimplência de Jun/16 atingiu 6,3%, pior série histórica desde Jun/13.

Podemos entender que dívidas financeiras ainda sofrem com a crise, e por mais que concentrem juros mais elevados, neste momento, ainda não se traduzem na prioridade de pagamento para o público inadimplente, que frente a decisão de ter a luz, água ou gás cortados optam por quitar primeiro estas dívidas.

 

E como vem se traduzindo este movimento de recuperação do crédito? De onde vem o dinheiro para quitar as dívidas? Segundo a SERASA são dois os locais de onde vem o dinheiro. Novo acesso ao crédito e uma retirada da poupança que de Jan a Jun de 2016 tiveram R$ 42 Bi em saques.

Quando olhamos os indicadores sobre o crescimento do crédito pessoal, podemos perceber que a queda no volume de concessões iniciada em Set/16, foi paralisada a partir de Jan 2016, e vem mostrando desde então um novo crescimento nos novos pedidos de crédito.

Crédito Pessoal – Fonte Risk Trends – GoOn

E neste cenário ainda de incertezas qual é o caminho para uma boa recuperação de crédito?

Atuação massificada é preciso sim, nos dias atuais não dá pra atuar sem ser de forma massificada, porém é importante que cada instituição credora avalie seus produtos de cobrança e entendam se as negociações estão servindo para resolver efetivamente o problema ou se elas estão simplesmente adiando um problema maior?

Se olharmos para o volume da carteira de créditos renegociados, percebemos um crescimento anual de 18,03%, por outro lado a inadimplência desta mesmo carteira cresceu no mesmo período 14, 56%.

Crédito Renegociado – Fonte Risk Trends – GoOn

É hora de revisar os processo internos, refazer a lição de casa, se colocar a prova, esperar menos do governo e olhar pra frente.

É fato histórico que as melhores soluções saem após uma crise, é hora de se lembrar disso e fazermos acontecer.

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A NOVA CARA DO CRÉDITO NO BRASIL

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Estamos em um momento bastante interessante e transformador no Brasil , no que diz respeito ao crédito de consumo…aliás porque não dizer, com relação à consciência do consumidor e das razões e necessidades reais de consumir seja o que for.
O crédito , como bem sabemos, tem sido uma grande máquina propulsora da economia mundial e na ultima década, no Brasil, responsável direto pelo super aquecimento do comércio, aproximando classes e quebrando barreiras sociais.
Se não bastasse isso, as empresas viram no crédito, muito mais que uma alavanca para crescimento das vendas, viram uma “mina” de receitas e lucratividade que até então não viam com tamanha clareza.

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Qual o IMPACTO para o mercado e para a sociedade de um Crédito sem o devido cuidado?

A conseqüência natural desse momento de expansão, independentemente até da situação política e econômica do país, foi a alta taxa de crescimento do produtos de risco (credito), o crescimento da inadimplência, e, com a queda do consumo, a elevação dos indicadores de inadimplência….repito consequência NATURAL que estava sendo camuflada pelo volume do consumo, mas fosse como fosse a economia, a inadimplência seria a estrela dos anos atuais, dada a não consciência do consumidor sobre seu grau de endividamento e de suas necessidades e capacidades de cumprir compromissos.

 

Um processo natural, acelerado pela crise de confiança que se estabeleceu, junto com o desemprego absurdo que irrompeu nosso mercado com a contínua falta de habilidade do país em eleger seus representantes políticos e o consequente desastre econômico do ultimo governo.
Esse movimento que todos nós estamos assistindo se iniciou com o advento da anunciada e até desacreditada por alguns, crise de “confiança” de 2008, e o mercado que já está assustado desde então, seja com a realidade da crise, seja com a sombra que ela trouxe. A recessão começou lá, 8 anos atrás e nós tapamos os olhos para ela, e agora a recuperação da “crise” ainda levará alguns anos.
Nesse momento, a inadimplência surgiu como um “bicho papão” ainda maior.
Não se sabe até onde pode crescer, e não se tem certeza, das conseqüências desse grande susto.
O que se sabe é que é preciso paciência, equilíbrio emocional, inteligência estratégica, ferramentas e repensar todos os processos e formas de atuar dentro de casa e com os “seres inadimplentes”!
Mas a verdade é que esse amargo remédio nos faz procurar por mais inteligência na gestão e segurar a concessão de novos créditos por um tempo, até o real entendimento dos riscos.

Na escassez de novos créditos, essa crise forçou uma importante aprendizagem, a de como negociar com clientes, fazer acordos e fazer o possível em melhorias na cobrança com intuito de renovar esse crédito já existente nas carteiras. Usar ferramentas de inteligência analíticas e prepararmos o olhar analíticos dos profissionais do mercado e o entendimento conceitual e prático do ciclo do crédito como um todo e suas inter-relações.


Os juros não suportam mais ignorância e superficialidade de entendimento! O crédito não suporte mais ter a mesma cara de sempre e de ser tratado como antes!

Mais ainda promove um repensar dos produtos , da forma de olhar o crédito e de como se relacionar com os clientes/consumidores/seres humanos e suas necessidades e capacidades.

COMO OLHAR PARA O CRÉDITO A PARTIR DO SER HUMANO E SUAS QUESTÕES INDIVIDUAIS, TRAZENDO O CONTEXTO DA SOCIEDADE?

Talvez se não fosse a crise política atual, tivéssemos uma outra crise ainda maior de falta de consciência por aqui. Talvez também, se não fossem as aberrações das leis de A.R. criadas para satisfazer setores específicos e sem o devido conhecimento de CRÉDITO e da SOCIEDADE, e, ainda mais , tivéssemos já em vigor um cadastro positivo e sendo apropriadamente utilizado , poderíamos passar por ela um pouco menos sofridamente.

Estamos entrando em uma nova era do crédito para nosso país. Dolorida, mas propondo renovação!

Uma era mais consciente, com maior consistência e conhecimento de crédito que nunca até hoje tinha acontecido. A “crise” força as empresas a parar para pensar e planejar seu futuro e a entender sua real situação e os riscos a que se expuseram nos últimos anos. Com isso precisam re-avaliar a qualidade das suas carteiras, processos e ferramentas de gestão desse risco. Ao mesmo tempo, esse movimento também acontece nos próprios consumidores brasileiros que passam a perceber e entender o que significa tomar crédito e a necessidade de um planejamento mais adequado de suas contas.
Essa inteligência toda necessária para a gestão saudável das carteiras precisa desse aprendizado e, como em qualquer negócio, também de informações! A qualidade e quantidade de informações que estão disponíveis dirigem a acurácia de sua gestão: com isso, a importância do Bureau positivo ( cadastro positivo) desabrochou finalmente no país, afinal, com ele esperaríamos que “ tudo fosse diferente” e um novo modelo fosse adotado em prol do benefício para o consumidor.
Não adianta chorar o passado,…o que importa é daqui pra frente, o crédito volta e a pergunta é: estamos nos preparando para consolidar essa nova era como uma era de créditos mais saudáveis e carteiras mais estáveis?
Cujos impactos sejam positivos para todo o ecossistema?
Saberemos gerenciar nossos riscos em cada mercado e situação ? Por isso mesmo que estamos iniciando sim uma nova era, mais forte, com mais recursos tecnológicos e mais informação, com uma maior consciência de todos e o desenvolvimento de inteligência de gestão ,por parte das empresas, e da gestão financeira pessoal, por parte dos consumidores, alem de legislação mais adequada, por parte do governo.

Portanto, o que pode se esperar a partir de agora é o DEVER de estarmos muito atentos aos mecanismos internos, o redesenho se necessários de nossos produtos e de nossa forma de olhar o consumidor para ali na frente construirmos um crédito mais forte, carteiras mais saudáveis e até mais lucrativas para aqueles que souberem gerir com mais inteligência o seu negócio de risco!

Abraços

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Inadimplência Hoje: Como Atuar neste Cenário ?

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60 milhões Inadimplentes!

Isso mesmo, uma recente pesquisa da SERASA EXPERIAN, deflagrou um número assustador 60 milhões, ou melhor, 41% da população brasileira maior que 18 anos está inadimplente.

Este número que possui uma série histórica não tão longa, é o maior desde 2012, onde R$ 50 Milhões  de Brasileiros estavam inadimplentes.

Se chegamos em 2016 ao pico dos indicadores de inadimplência, me assunta ainda pensar de quais dívidas estamos falando?

Quando olhamos o Risk Trends da GoOn, que consolida os principais indicadores do IBGE e BACEN, percebemos que a inadimplência de pessoas físicas (recursos diretos – ou seja recursos que não envolvem crédito imobiliário por ex.) atingiram em mar/16 um percentual de 6,20%, contra 6,82% olhando para dezembro de 2012.

Percentual de carteira de crédito

Isto significa que não vivemos, olhando especificamente para aquele crédito de instituições financeiras, o PIOR cenário histórico.

E o que isso significa??

Significa que setores não financeiros, como Telefonia, Empresas de Energia, Água  e Gás, Educação e ainda os varejos que ainda utilizam os carnes para o seu financiamento puxam o indicador para cima.

Sou repetitivo em dizer que o inadimplente não é, em sua ampla maioria, o “picareta” o “Mal caráter” e sim um ser humano que perdeu o controle de gastos por uma questão momentânea, desemprego, problemas de saúde, ou até mesmo pela falta de educação financeira.

É fato então que esta figura, ao invés de priorizar gastos mensais, prioriza pagamentos.

E neste contexto quando o cenário de inadimplência parece impactar produtos de primeira necessidade como Luz, Água e por que não dizer EDUCAÇÃO, fica realmente um ponto de alerta.

E porque chegamos a isto???

Grafico taxa de desocupação

Sem dúvida um dos vilões é o crescimento do desemprego!

Como Atuar neste cenário?

Quando inadimplência cresce, sem dúvida já existe uma primeira ação na ponta da língua de todo executivo. “VAMOS BRECAR O CRÉDITO!!”

Mas será que esse é o caminho?

Como se costuma dizer, NUNCA ANTES NA HISTORIA DESTE PAÍS passamos por um momento tão difícil, e sendo assim, não basta usar as mesmas ideias ou ferramentas.

É hora de :

  • TROCAR A DÍVIDA CARA PELA DÍVIDA MAIS BARATA.

  • APROXIMAR-SE DO CLIENTE E ENTENDER O QUE SE PODE FAZER?

  • AVALIAR SE AÇÕES MASSIVAS ATENDEM O PERFIL DO GRUPO ESPECÍFICO QUE VOCÊ QUER TRATAR.

  • ENTENDER SE VOCÊ TEM PRODUTOS DE COBRANÇA QUE FAZEM A DIFERENÇA, OU QUE APENAS ACABAM DE MATAR EU CLIENTE.

Isso é fazer GESTÃO DE RISCO no mundo de hoje!!!!

Quer debater mais a questão?

Fale conosco: relacionamento@goon-risk.com.br