Como podemos inovar em Gestão de Riscos?

Como podemos inovar em Gestão de Riscos?

Como podemos inovar em Gestão de Riscos?

Inovar é construir soluções melhores  ( mais eficientes e de maior impacto positivo) que as anteriores e, portanto, experimentar possibilidades diferentes, testar e desafiar o status quo…

Algo como…a estratégia desafiante x campeã. Já ouviu falar?

Um caminho evolutivo, mas que pode ser sem stress nenhum, simplesmente parte do dia a dia em nosso mundo de riscos, crédito e cobrança, certo?

Soluções melhores e de maior impacto para quem? Como conseguir um impacto positivo para todo o ecossistema? Isso é possível?

Será que realmente temos experimentado desenhar nossos produtos de crédito e cobrança a partir das necessidades dos seres humanos? E não só de suas necessidades, mas de seus sonhos e principalmente da conexão e empatia que ocorre entre os pontos de encontro dos nossos processos e serviços com nossos clientes?

Para descobrir formas e processos inovadores em direção a esse caminho, podemos utilizar ferramentas inovadoras e de alto impacto em criatividade  e visão de futuro e , o melhor, de forma colaborativa.

O Design Thinking, por exemplo,  é um modelo mental, uma abordagem para resolução de problemas complexos que foca o desenho da solução a partir das necessidades das pessoas. Esta abordagem está apoiada em três valores: empatia, colaboração e experimentação.

O Design Thinking tem sido amplamente utilizado por empresas que buscam “inovatividade”, isto é, capacidade de inovar.

“Para conseguirmos alcançar um futuro diferente precisamos primeiramente de uma mudança de comportamento, é por isso que hoje o design mais importante é o INVISÍVEL, aquele que trata de crenças, hábitos, valores e sistemas” Saiba mais em COMMONWISE.COM

Acredito que essa abordagem tem bastante a desafiar nossa comunidade de crédito e cobrança.

Entender o cliente e o risco de crédito sob aspectos do próprio cliente, tais como: suas prioridades, sua renda volátil, sua disposição em se desfazer de seus ativos, a amplitude da rede de relacionamento, sua família, sua idoneidade, sua disposição por cooperar (dar e receber), suas motivações e porque não sua personalidade ou sua história de vida… pode trazer novidades interessantes para o mundo dos números.

Por exemplo, você já parou para pensar que devem existir  variáveis “ainda desconhecidas” que podem discriminar a decisão do cliente em escolher pagar ou deixar de pagar justamente o seu contrato/produto/empresa?

Já questionou o efeito de estratégias repetitivas?

Seria possível que mesmo que você ligue mil vezes, que ligue antes dos demais cobradores, mesmo que dê maior desconto, mesmo que a taxa de juros seja a menor de todas, mesmo que facilite o parcelamento, pode acontecer que ainda assim não haja espaço para um “acordo”. Ou as vezes, sem mesmo nenhum esforço, o “acordo”aconteça!? Por quê será? Insolvência, caráter ou oportunidades ainda não identificadas?

Questionar as questões aparentemente “sempre usadas” pode ser uma alternativa para desafiar a situação e resultado que estamos obtendo (podemos fazer melhor!).

Eu fico com a provocação de Ducan J. Watts em seu livro, “Tudo é Óbvio desde que você saiba a resposta (como o senso comum nos engana) – Uma nova maneira de pensar”… e eu  acrescentaria : uma nova maneira de pensar e agir é o que realmente importa nesse momento!.

Para cada “será?”, sugerimos um teste, uma estratégia desafiante, uma exploração de novos caminhos no entendimento  do cliente, de sua jornada na inadimplência, pois cada ponto de contato com o cliente pode ser uma surpresa, uma solução escondida atrás de nosso olhar acostumado a fazer as coisas sempre da mesma maneira.

Inovação e conhecimento disruptivo é o que irá fazer a real diferença nas estratégias!  “Relacionamento” é o que fará a diferença para o cliente na priorização do pagamento quando a grana fica curta!

Esse momento de crise pede inovação e mãos na massa! Vamos fazer diferente! Vamos testar! Vamos experimentar!

Fernanda Brecht

Fernanda Brecht

Fernanda Brecht em GoOn
Graduada em Engenharia de Produção pela UFRJ, com pós-graduação em Gestão de Negócios/Tecnologia da Informação pela Fundação Getúlio Vargas e MBA Executivo em Banking pela FIA/USP. Profissional com mais de 15 anos de experiência profissional, desenvolvida na área Risco de Crédito e Cobrança. Atuou com Soluções Analíticas, definição de Política e estratégias, Gestão de projetos de alto impacto nos negócios com foco em Inovação e Melhoria de Processos (Kaizen e Design Thinking). Carreira desenvolvida no mercado de Financeiras e Bancos em instituições como: Itaú Unibanco, Hipercard e Fininvest atuando nos segmentos do varejo PF (Cartão de crédito, CDC, EP, Consignado e Veículos) e PJ (Veículos, Imobiliário e Empresas).
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